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Dominguinhos

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Dominguinhos, sanfoneiro e compositor
Dominguinhos

Dominguinhos morre aos 72 anos em hospital de São Paulo

Músico lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. Ele havia sido transferido para a capital paulista em 13 de janeiro.

Do G1 São Paulo

O músico Dominguinhos morreu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão. De acordo com o hospital, o músico morreu às 18h em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas.

Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife. A filha do músico, Liv Moraes, confirmou nesta segunda-feira (22) que o cantor havia voltado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) porque o estado de saúde dele tinha piorado.

Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com 8 anos. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico.

Instrumentista, cantor e compositor, Dominguinhos ganhou em 2002 o Grammy Latino com o "CD Chegando de Mansinho". Ao longo da carreira, fez parcerias de sucesso com músicos como Gilberto Gil, Chico Buarque, Anastácia e Djavan.

Ainda criança, Dominguinhos tocava triângulo com seus irmãos no trio "Os três pinguins". Quando ele tinha 8 anos, foi "descoberto" por Gonzagão ao participar de um show em Garanhuns. A "benção" lhe foi dada pelo rei do baião quanto tinha 16 anos.

"Gonzaga estava divulgando para a imprensa o disco ’Forró no Escuro’ quando ele me apresentou como seu herdeiro artístico aos repórteres", lembrou-se Dominguinhos em entrevista ao G1 no fim de 2012. "Foi uma surpresa muito grande, não esperava mesmo."

De acordo com ele, o episódio aconteceu somente três anos depois de sua chegada ao Rio, acompanhado do pai, o também sanfoneiro Chicão. Mudaram-se para a cidade justamente para encontrar Luiz Gonzaga. "Em cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada", prosseguiu. Naquele período, Dominguinhos saiu em turnê com o mestre para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de motorista.

Centenário de Gonzagão







No fim de 2012, Dominguinhos se dedicou ativamente às celebrações dos cem anos do nascimento de Luiz Gonzaga. Durante um show no dia centenário, 13 de dezembro, realizado na terra natal do músico, Exu (PE), Gilberto Gil comentou: "Dominguinhos teve a herança do Gonzaga, que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote, xaxado".

Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio. "Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango, choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na sanfona. "

Dominguinhos luta pela vida em meio a drama familiar

O Sírio Libanês não dá notícias que vão além de um boletim divulgado em 18 de março

Estadão Conteúdo - 02/05/2013

Os dedos de Seu Domingos se movem lentamente. Há meses estavam duros, em nada parecidos com aqueles que a diva do jazz Sara Vaughan beijou depois de vê-los incendiar as teclas de uma sanfona no Free Jazz Festival de 1987. Nem de longe os mesmos que Luiz Gonzaga nomeou herdeiros legítimos de seu reinado.

Ao sentir a mão da mulher Guadalupe tocar a sua, Dominguinhos a aperta forte. Sua reação mais comovente depois de oito enfartes, 23 minutos sem oxigenação no cérebro, uma traqueostomia, dois meses na UTI e desavenças familiares sobre seu próprio leito até parece milagre. A luta de Dominguinhos não é só pela própria vida. Seu estado "minimamente consciente", conforme diz o último boletim médico divulgado em 18 de março, lhe permite perceber o que o rodeia de bom e de ruim.

Quando o flautista Proveta surgiu tocando no quarto, acompanhado pelo sanfoneiro Mestrinho, o homem só faltou dançar. Já nas duas das vezes em que o filho Mauro Moraes apareceu para visitá-lo, discussões tensas entre Mauro e um acompanhante de quarto que permanece ao lado do leito a pedido de Guadalupe entristeceu o músico profundamente. Se pudesse fazer um pedido, Domingos certamente suplicaria mais por paz do que pela própria vida.

A luta do maior músico da cultura nordestina, um dos mais geniais instrumentistas do País, se dá em um quarto do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Assim que foi diagnosticado com um câncer de pulmão, fez tratamentos de rádio e quimioterapia sem jamais falar sobre a doença com a imprensa. Sua incapacidade de dizer não, mesmo debilitado, o levou, em dezembro de 2012, até Exu, no interior de Pernambuco, para tocar nos 100 anos de nascimento de Luiz Gonzaga.

Uma decisão difícil, tomada depois de uma noite de lágrimas como respostas às súplicas de Guadalupe. "Eu dizia para ele não ir e ele só chorava. Ele nunca diz não." Como não entra em avião nem sob tortura, Dominguinhos saiu de carro de Recife para Exu. A cada dois quilômetros, ligava para dizer a Guadalupe como estava. Em uma ligação, reclamou de febre. "Então volta, homem. Volta pelo amor de Deus", ela implorou. Domingos foi até o fim e tocou já sentindo o pulmão fechar. Quatro dias depois, passou mal, foi internado e começou a lutar pela vida.

Visita

Três rapazes chegaram quarta-feira do Recife só para ver Dominguinhos. Era um sonho conhecer o mestre. Guadalupe aceitou levá-los até o quarto. Enquanto Domingos dormia, ela contava sobre o dia em que o "trouxe de volta". Guadalupe implorava para que o marido saísse de seu estado de inconsciência. "Domingos, acorde. Sei que você está me ouvindo. Venha comigo homem, você consegue. Pegue nas mãos desse homem de branco a seu lado e venha..."

De repente, nas lembranças de Guadalupe, o sanfoneiro levou o tronco para frente e ergueu os braços. Quando tentou falar, percebeu que não podia e, então, sua expressão foi de pânico. Guadalupe contava esta história quando percebeu que os rapazes não olhavam surpresos mais para ela, mas para Dominguinhos. Seu Domingos, notou a mulher, estava acordado e chorando. "Ele ouviu o que eu disse e se emocionou." Ela não chamou os médicos, só confortou o paciente. "Não desista, não deixe o que aconteceu hoje abalar você."

Antes dos três fãs chegarem do Recife para beijarem suas mãos, uma cena triste vivida sobre seu leito pela segunda vez deixou Dominguinhos visivelmente triste. Quem passou pelo hospital foi Mauro Moraes, filho do sanfoneiro e de Janete, sua primeira mulher. Mauro, 53 anos, não tem boas relações nem com Guadalupe, a segunda esposa de Domingos, nem com Liv, a filha do casal.

Segundo testemunhas, Mauro chegou para visitar o pai quando se desentendeu com Márcio, o acompanhante que Guadalupe contratou para ficar o tempo todo ao lado de Dominguinhos. Mauro pediu para ficar a sós com o pai, mas Márcio se negou a deixar o quarto. Mauro então teria começado uma discussão acalorada com Márcio, pedindo privacidade e dizendo que ninguém teria o direito de fazer aquilo com ele. O clima esquentou e impropérios foram trocados. Mauro vive no Rio de Janeiro mas está em São Paulo desde que o pai chegou ao hospital.

Contra a vontade de Liv e de Guadalupe, hospedou-se no apartamento de Dominguinhos e diz que não tem planos de sair de lá tão cedo. "Sou filho legítimo, que mal tem em eu ficar na casa dele? Estão me tratando como se eu fosse um bastardo. Eu só quero que me respeitem. Dizem que estou atrás da herança do meu pai. Eu nunca liguei para isso, nem carro eu tenho", diz. Guadalupe não gosta de alimentar discussões, mas diz estar exausta das desavenças provocadas por Mauro.

Em março, sites publicaram frases do rapaz dizendo que seu pai estava "em coma irreversível", informação nunca confirmada pelo hospital. Dias depois, redes sociais multiplicavam o boato de que Dominguinhos havia morrido. "Você imagina as pessoas me ligando dizendo que meu pai morreu", conta Liv. "Quando disse que ele estava em coma irreversível, só repeti o que um médico disse para mim."

O Sírio Libanês não dá notícias que vão além de um boletim divulgado em 18 de março: "Houve melhora do quadro cardiológico, respiratório e renal. Do ponto de vista neurológico, ele apresenta estado minimamente consciente, demonstrando discretos sinais de recuperação. O paciente permanece internado, sem previsão de alta." O coração de José Domingos de Moraes, 72 anos, tem o tamanho do mundo e segue batendo no ritmo de um xote doído e comovente.

Coma de Dominguinhos é irreversível, diz jornal

Do UOL, em São Paulo - 15/03/201304h17

Dominguinhos está hospitalizado desde o final de 2012

O coma do músico Dominguinhos, hospitalizado desde dezembro de 2012, é irreversível, segundo informações do Blog Play do jornal "Diário de Pernambuco" divulgadas na madrugada desta sexta-feira (15).

De acordo com o blog, assinado pela jornalista Carolina Santos, a família já havia sido informada de que o estado de saúde do sanfoneiro era irreversível. Apenas agora, no entanto, o filho do cantor, Mauro da Silva Moraes, decidiu divulgar essa informação.

"Quando meu pai ainda estava internado no Recife, um médico disse que ele não ia mais acordar. Não acreditei, outros médicos disseram que ele poderia sair do coma. Ele abria os olhos e ficava todo mundo esperançoso", teria dito Mauro ao site. "No mês passado, o médico dele no Sírio-Libanês falou que o coma não tinha mais volta. Eu perguntei se ele ia acordar e ele me disse que não, que o quadro do meu pai estava caminhando para um coma vegetativo".

Em fevereiro, Mauro disse em entrevista ao UOL que Dominguinhos "está em um sono profundo só dele". De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, a posição oficial sobre o estado de saúde do músico é a mesma divulgada no boletim médico do dia 14 de janeiro, transcrito abaixo.

O Sr José Domingos de Moraes (Dominguinhos), permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

O paciente responde de forma satisfatória ao tratamento médico e apresenta melhora no padrão hemodinâmico e respiratório.

Entenda o quadro de saúde

Dominguinhos deu entrada no hospital Hospital Santa Joana, em Recife, no dia 17 de dezembro, com arritmia cardíaca e infecção respiratória. No dia 22 daquele mês, o músico precisou passar por uma cirurgia para a colocação de um marca-passo cardíaco temporário por conta da arritmia.

Neste período, o cantor foi submetido a uma traqueostomia e hemodiálise. Dominguinhos ficou sem sedação e, mesmo assim, não se comunicava com a família e médicos. No dia 8 de janeiro, ele sofreu uma parada cardíaca no hospital, que foi revertida.

A pedidos dos familiares, no dia 13 de janeiro, Dominguinhos foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Segundo o último boletim médico divulgado no dia 14 do mesmo mês, o músico respondia de forma satisfatória ao tratamento médico e apresentava melhora no padrão hemodinâmico e respiratório.

Dominguinhos continua com o marca-passo temporário e tomando medicações para controlar a arritmia.

Câncer

Diagnosticado com câncer de pulmão há seis anos, Dominguinhos sofreu um princípio de infarto no início de 2011, quando foi internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.  Ele foi submetido a um cateterismo e a uma angioplastia. Por conta de seu estado de saúde, cancelou dois shows no final de 2011.

PERFIL

José Domingos de Moraes, Dominguinhos, nascido em Garanhuns, PE, em 1941, começou a tocar e compor aos 8 anos, primeiramente com sua sanfoninha de 8 baixos nas feiras livres de Pernambuco para logo em seguida se profissionalizar com a de 48, 80 e 120 baixos.

Em 1950, conheceu Luiz Gonzaga que o convidou a vir ao Rio de Janeiro, o que fez com 13 anos, em 1954, juntamente com seu pai e seus dois irmãos, ambos músicos. Ao se encontrar novamente com seu padrinho musical - Luiz Gonzaga, recebeu deste uma sanfona de presente e passou a tocar, fazer shows, participar das viagens e gravações de seus discos, enfim deste momento em diante passou a fazer parte da vida de Luiz Gonzaga, chegando a ser conhecido como seu herdeiro musical.

Teve uma vida artística bastante diversificada tocando em boites, dances, gafieiras, "inferninhos", Rádio Nacional, Mairinque Veiga, Rádio Mauá, Rádio Mundial, Rádio Globo, Rádio Tamoio, Rádio Tupi. Acompanhou de perto todos os movimentos da Bossa Nova, Jovem Guarda, Tropicália, etc. Em 1964 gravou o primeiro LP na pequena gravadora Canta Galo de Pedro Sertanejo, pioneiro do Forró em São Paulo, pai de Oswaldinho do Acordeon.

Hoje, tem seu estilo próprio e muita personalidade. No entanto, quando puxa o fole e canta, não tem como a gente não lembrar do Gonzagão, que morreu em agosto de 1989. Existe uma natural semelhança, positiva, na linha musical dos dois - evidentemente, cada um com suas peculiaridades.

Leia a biografia de Luiz Gonzaga

Como autor tem gravado com quase todos os nomes da MPB. Tendo canções conhecidas em âmbito nacional como: Eu só quero um xodó (Dominguinhos / Anastácia), grande sucesso de Gilberto Gil; Gostoso Demais (Dominguinhos / Nando Cordel) com Maria Betânia; Lamento Sertanejo (Dominguinhos / Gilberto Gil); Abri a porta (Dominguinhos / Gilberto Gil); De volta pro aconchego (Dominguinhos / Nando Cordel) sucesso com Elba Ramalho; Isso aqui ta bom demais (Dominguinhos / Nando Cordel); Tantas palavras (Dominguinhos / Chico Buarque); Tenho sede (Dominguinhos / Anastácia). Vários sucessos em parceria com Anastácia, Fausto Nilo, Climério, Clodô e Clésio, Abel Silva. Viagens ao exterior, temporadas no teatro Cistina em Roma com Gilberto Gil; show Canta Brasil com Toquinho, etc. Sendo sem dúvida um dos grandes expoentes do acordeom no Brasil e com um trabalho excepcional e da mais alta qualidade na música regional do Brasil.

Site: www.dominguinhos.art.br

Dominguinhos

José Domingos de Moraes

 12/2/1941 Garanhuns, PE

Biografia

Cantor. Compositor. Instrumentista. Sanfoneiro.

Seu pai, mestre Chicão, foi um famoso tocador e afinador de foles de oito baixos. Começou a tocar sanfona aos seis anos de idade, juntamente com mais dois irmãos, em feiras livres e portas de hotéis do interior de Pernambuco. Com oito anos de idade, conheceu Luiz Gonzaga na porta de um hotel em que este se apresentava com o trio "Os Três Pinguins", formado por ele e mais dois irmãos. Luiz Gonzaga acabou se tornando o seu padrinho artístico. Em 1954, mudou-se para o Rio de Janeiro, indo morar com o pai e com o irmão mais velho no município de Nilópolis, na Baixada Fluminense. Nesta ocasião, recebeu do padrinho Luiz Gonzaga uma sanfona de presente.

Dados Artísticos

Seu nome artístico foi uma sugestão de Luiz Gonzaga, que considerou que o apelido de infância, Neném, não o ajudaria na trajetória artística. Com a sanfona ganha do próprio Gonzagão, passou a percorrer o interior do Rio de Janeiro na companhia dos irmãos,apresentando-se em circos e arrasta-pés.

Em 1957, aos 16 anos, fez sua primeira gravação, tocando sanfona num disco de Luiz Gonzaga, na música "Moça de feira", de Armando Nunes e J.Portela. No mesmo ano, em viagem ao Espírito Santo, com Borborema e Miudinho, formou um trio, batizado de Trio Nordestino. Tomou contato com outros ritmos musicais e aprendeu a tocar samba e bolero. Voltou ao Rio de Janeiro e formou um conjunto que passou a atuar em dancings, boates e inferninhos nas zonas da malandragem. Tocou na gafieira Cedo Feita, Churrascaria Gaúcha, boate Babalaica e Dancing Brasil. Ainda na década de 1960, tocou no regional do Canhoto juntamente com Meira, Dino e Orlando Silveira acompanhando artistas de Rádio. Em 1965, foi convidado por Pedro Sertanejo, então diretor da recém-inaugurada gravadora Cantagalo, para gravar um LP destinado ao público migrante nordestino e, com isso, voltou a tocar forrós e baiões. Em 1967, fez parte de uma excursão de Luiz Gonzaga ao Nordeste, como sanfoneiro e motorista. Também fazia parte do grupo a cantora pernambucana Anastácia. Os dois iniciaram então uma carreira artística conjunta e um relacionamento amoroso, que os levou ao casamento. Observado pelo empresário Guilherme Araújo tocando num show de Luiz Gonzaga, em 1972, foi convidado por ele a trabalhar com Gal Costa e Gilberto Gil. Viajou para a França com Gal, acompanhando a cantora baiana em apresentação no Midem, em Cannes. De retorno ao Brasil, participou do show "Índia", da mesma cantora. Posteriormente, trabalhou um ano e meio com Gilberto Gil que  gravou o maior sucesso de Dominguinhos, em parceria com Anastácia, "Eu só quero um xodó", que conheceria em pouco tempo cerca de 20 regravações, inclusive algumas no exterior. Participou como instrumentista de inúmeros shows de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethânia.

Participou do primeiro disco gravado por Elba Ramalho, "Ave de Prata", dem 1979. Em 1980, participou do II Festival Internacional de Jazz de São Paulo. Em 1981, participou, com destaque, do programa "Som Brasil", na TV Globo. Na década de 1980, suas composições "De volta pro meu aconchego", em parceria com Nando Cordel, gravada por Elba Ramalho, e "Isso aqui tá bom demais", em parceria com Chico Buarque, e gravada pelos dois, foram incluídas na novela "Roque Santeiro", da TV Globo, o que fez aumentar nacionalmente sua popularidade. Em 1984, o cantor e compositor Chico Buarque gravou em seu disco "Chico Buarque" a composição "Tantas palavras", parceria de Chico e Dominguinhos, que obteve grande sucesso. Em 1985, a composição "Esse mato, essa terra", composta em parceria com a cantora, sua esposa, Maria de Guadalupe, foi incluída na trilha sonora do filme "Aventuras de um paraíba", de Marco Altenberg. Em 1993 criou o Projeto Asa Branca, com patrocínio da Caixa Econômica Federal, destinado a levar shows de música popular para praças públicas de diversos estados brasileiros. Em 1997, lançou o CD "Dominguinhos e convidados cantam Luiz Gonzaga", pela gravadora Velas. No mesmo ano, compôs a trilha sonora do filme "O cangaceiro", de Anibal Massaini Neto. Teve suas composições registradas por diferentes intérpretes, entre os quais Fagner, que gravou "Quem me levará sou eu" e Maria Betânia, que gravou "Lamento sertanejo". Em 1999 lançou pela gravadora Velas o seu 41º disco, "Você vai ver o que é bom", no qual interpreta, entre outras: "O riacho do imbuzêro", letra inédita de Zé Dantas, dada a Dominguinhos pela viúva do compositor pernambucano; "Quem era tu", parceria com Nando Cordel, que faz uma homenagem bem-humorada aos grupos "É o tchan" e "Terra samba"; e "Prece a Luiz", em parceria com Climério, uma homenagem a Luiz Gonzaga nos 10 anos de sua morte. Em 50 anos de carreira recebeu seis prêmios Sharp. Em 2000 lançou o 54º trabalho, gravado ao vivo durante dois shows no Sesc Pompéia, em São Paulo, com destaque para "De volta pro meu aconchego", "Gostoso demais", ambos de sua autoria, "Abri a porta" e "Forró do Dominguinhos", em parceria com Gilberto Gil, e "Isso aqui tá bom demais", parceria com Chico Buarque. O CD foi lançado com um show na casa de espetáculos Olimpo, no Rio de Janeiro. Em seguida fez shows em São Paulo e realizou turnê pelo Nordeste.

Em 2001 foi o grande homenageado no 11º Festival de Inverno de Garanhuns, sua cidade natal, com um concerto sinfônico. No mesmo ano, participou do Primeiro Festival de Sanfona do Maranhão juntamente com Waldonys, Sivuca, Renato Borghetti, o argentino Antonio Tarragô e os norte- americanos Geno Delafose e Mingo Saldival. Em 2002, teve participação especial, com seu acordeom, no CD "Sertão", lançado por Gereba, em comemoração aos 100 anos do lançamento do livro "Os Sertões", de Euclides da Cunha. No início de 2003, gravou com Sivuca e Oswaldinho do Acordeom um disco que registrou o encontro de três dos maiores sanfoneiros em atividade no país, produzido por José Milton, com repertório escolhido na hora e arranjos feitos no próprio estúdio, no qual aparecem composições como "Maria Fulô" e "Feira de Mangaio", de Sivuca, além de muitas de autoria de Luiz Gonzaga, resultando numa homenagem natural ao Rei do baião. Ainda nesse ano, participou na Fundição Progresso, Rio de Janeiro do show comemorativo dos 45 anos do Trio Nordestino. Em 2004, apresentou-se fazendo dupla com Elba Ramalho, em temporada de shows no Canecão, RJ. O repertório contou com sucessos de carreira da cantora e do compositor como "De volta para o aconchego", parceria de Dominguinhos com Nando Cordel,  além de levar ao palco surpresas como a composição "Xote da navegação", de Dominguinhos e Chico Buarque. No mesmo ano, o cantor e compositor Targino Gondim gravou a sua música "Xote do Coice", no CD "Targino Gondim - ao vivo". Em 2005, a cantora Elba Ramalho lançou um CD que registrou a temporada de show no Canecão com o sanfoneiro, revivendo grandes obras deste que foram grandes sucessos em sua interpretação. No CD, Elba que afirma ser Dominguinhos um dos maiores músicos do mundo, respaldada por muitos artistas como Gilberto Gil e Chico Buarque, além do maestro Hélio Sena, revive, entre outros, o clássico de sua carreira "De volta para o aconchego". Apenas uma canção "Chama", não é de autoria do sanfoneiro, sendo atenção de Elba a Tato, vocalista do grupo Falamansa.

Nesse mesmo ano, participou, como atração consagrada, nos festejos juninos do circuito tradicional nesses eventos, que engloba cidades nordestinas como Caruaru, Campina Grande e Recife. Em 2006, após cinco anos sem lançar disco solo, lançou o CD "Conterrâneos", com repertório que mescla inéditas, como "Vivendo a Brincar", "Cai Fora", "Oi que Balanço Bom" e regravações como "Acácia Amarela", parceria de Luiz Gonzaga com Orlando Silveira.  A toada "Carece de Explicação", com Clodo Ferreira, "Tempo Menino",  o côco "Gavião Peneirador", com Marcos Barreto e "Feito Mandacaru". A faixa-título, "Conterrâneos", conta com a participação da cantora Guadalupe. O disco, que  traz capa de Elifas Andreato, conta também com a participação do sanfoneiro Waldonis, na quadrilha "Eita Paraíba", de Chico Anísio e Sarah Benchimol. O disco lhe conferiu o prêmio- 2007, na categoria Regional - Melhor cantor. Também em 2007, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD "Yamandu+Dominguinhos", em que  os dois instrumentistas tocam num dueto de violão e sanfona. No disco cada um tocou sem prender-se ao estilo do outro, resultando em um repertório bem diversificado que inclíu, entre outras, os choros "Perigoso", "Chorando baixinho" e "Pedacinho do céu", além das nordestinas "Feira de mangaio", "Xote miudinho" e "Asa branca", além das sulistas "Bagualito", "Prenda minha" e, ainda, "Estrada do sol" e "Wave". Na ocasião do show de entrega dos prêmios, apresentou oito números em duetos. Em maio do mesmo ano, Em 2008, foi o grande homenageado no Prêmio Multishow. Na ocasião do show de entrega dos prêmios, apresentou-se em duetos, em oito números. No mesmo ano, apresentou-se com Alceu Valença na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro no projeto "Pé no mundo", interpretando seus sucessos. Em 2009, gravou, no maior teatro ao ar livre do mundo, o Nova Jerusalém, em Pernambuco, o DVD "Dominguinhos ao vivo", que contou com as participações especiais de Elba Ramalho, Renato teixeira, Liv moraes, Waldonys, Cezinha, Guadalupe e Jorge de Altinho. Em março de 2010, participou do programa "Emoções Sertanejas", da Rede Globo de Televisão, interpretando, com Paula Fernandes a música "Caminhoneiro", versão de Roberto e Erasmo Carlos, para canção de John Hartford. O programa teve como objetivo homenagear o cantor e compositor Roberto Carlos e recebeu como convidados, em um mega-show, no ginásio do Ibirapuera em São Paulo, grandes nomes da música sertaneja como Almir Sater, Bruno & Marrone, César Menotti & Fabiano, Chitãozinho & Xororó, Daniel, Elba Ramalho, Gian & Giovani, Leonardo, Martinha, Milionário & José Rico, Nalva Aguiar, Paula Fernandes, Rio Negro & Solimões, Roberta Miranda, Sérgio Reis, Victor & Léo e Zezé di Camargo & Luciano. Ainda em 2010, a gravadora Biscoito Fino lançou o CD Lado B - Dominguinhos e  Yamandú Costa, trazendo um dueto entre os dois músicos. O repertório do disco apresenta as seguintes faixas: Da cor do pecado (Bororó); Noites sergipanas (Dominguinhos); Fuga pro Nordeste (Dominguinhos); Doce de coco (Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho); Homenagem a Chiquinho (Dominguinhos e Guadalupe); Naquele tempo (Pixinguinha); Sanfona de cordel (domínio público); Homenagem a Pixinguinha (Dominguinhos e Anastácia); Choro do gago (Yamandu Costa); Chorando em Passo Fundo (Dominguinhos); Carioquinha (Waldir Azevedo); Felicidade (Lupicínio Rodrigues); Pau de arara (Luiz Gonzaga); Rancho Fundo (Ary Barroso e Lamartine Babo); Solamente uma vez (Agustin Lara). Ainda em 2010, foi contemplado com o prêmio Shell de Música, pelo conjunto de sua obra. No mesmo ano, lançou o DVD "Iluminado Dominguinhos", um projeto que contou com o apoio do Ministério da Cultura. Do álbum, participaram especialmente os artistas Elba Ramalho, Wagner Tiso, Gilberto Gil, Yamandu Costa, Waldonys e Gilson Perazzeta. No fim desse mesmo ano, participou  e foi o homenageado principal do 2º Festival Internacional da Sanfona, realizado em Juazeiro (BA). Apresentou-se no mesmo dia com Laudiston Bagagi, Sexteto Pernambucano de Acordeon, Renato Borghetti e Cezinha. Em 2011, participou do "São João carioca", evento realizado pela prefeitura do Rio de Janeiro, na Quinta da Boa Vista, comemorando a passagem dos festejos juninos. No evento cantou e acompanhou Elba Ramalho, Gilberto Gil e o jovem cantor sertanejo Gusttavo Lima. O evento levou ao palco montado naquele parque artistas como Caetano Veloso, Trio Virgulino, Geraldo Azevedo, além de  Elba Ramalho, Gilberto Gil e Alcione, entre outros.

Obra

A costureira (c/ Manduka)

A gente se vê depois

A moça do metrô (c/ M. Raide)

A quadrilha (c/ João Cláudio)

A sede do rio a fome do pão (c/ Climério)

A semana (c/ Fausto Nilo)

Abri a porta (c/ Gilberto Gil)

Alagoinhas

Anjo de guarda (c/ Nando Cordel)

Apôs tá certo

Arrasta pé (c/ Climério)

Arrastando as alparcatas (c/ Anastácia)

Arrebol (c/ Anastácia)

As moças de angical (c/ Climério)

Baião violado

Bateu no coração (c/ Nando Cordel)

Beijo de brejo (c/ P. Maia e Climério)

Bigode de arame (c/ Guadalupe)

Brincadeiras de rua (c/ Carlos Alberto)

Cabaré de bandido

Canta Luiz

Canto do sabiá (c/ Anastácia)

Canto nordestino (c/ Airton Oliveira)

Carinho gostoso (c/ Nando Cordel)

Casa, comida e paixão (c/ Fausto Nilo)

Caso descarado (c/ Clodô)

Catingueira fulorou (c/ Anastácia)

Caxinguelê (c/ Clésio)

Chega morea (c/ Climério e Guadalupe)

Cheguei para ficar (c/ Anastácia)

Cheinho de molho

Chorando em Passo Fundo

Chorinho pra Guadalupe

Chorinho pro Egídio Serpa (c/ Anastácia)

Chorinho pro Miudinho

Corre pelo coração (c/ Nando Cordel)

De Altamira a Campina Grande

De mala e cuia (c/ Anastácia)

De volta pro meu aconchego (c/ Nando Cordel)

Depois da derradeira (c/ Fausto Nilo)

Desilusão (c/ Anastácia)

Destino tranquilo (c/ Anastácia)

Detrás do meu quintal (c/ Anastácia)

Diz amiga (c/ Guadalupe)

Doidinho, doidinho (c/ Anastácia)

É aí que pega fogo (c/ Nando Cordel)

É doce feito açúcar (c/ Nando Cordel)

É isto mesmo (c/ Anastácia)

É o amor (c/ Guadalupe)

É tradição

É você (c/ Oliveira)

Enchendo o saco (c/ Anastácia)

Esfola bode (c/ Anastácia)

Espevitadinho (c/ Anastácia)

Esse mato, essa terra (c/ Guadalupe)

Esse velho sol (c/ Renato Teixeira)

Estação (c/ Clodô)

Estrelas somos nós (c/ Alceu Valença)

Eu chego cedo (c/ Clésio)

Eu me derreto (c/ Nando Cordel)

Eu me lembro (c/ Anastácia)

Eu só quero um xodó (c/ Anastácia)

Eu sou do mundo (c/ Climério)

Eu vou de banda (c/ Anastácia)

Fala coração (c/ Clésio)

Faz de mim (c/ Nando Cordel)

Faz tempo (c/ Clodo Ferreira)

Feito fogo (c/ Guadalupe)

Fofa chão (c/ Oliveira)

Fogo de amar (c/ Nando Cordel)

Fogo e gasolina (c/ Nando Cordel)

Forró com gosto de pecado (c/ Guadalupe e Nando Cordel)

Forró do sertão (c/ Anastácia)

Forró em Fazendo Nova

Forró em Lagoa da Canoa (c/ Anastácia)

Forró em Petrolina (c/ Anastácia)

Forró em Ribeirão (c/ Guadalupe)

Forró em Rolândia

Forró em Salgueiro (c/ Guadalupe)

Forró em Timbauba (c/ Guadalupe)

Forró fungado (c/ Anastácia)

Forró tema (c/ Anastácia)

Forrozinho aperreado

Frevo baiano (c/ Anastácia)

Frevo em Olinda

Fuga pro Nordeste

Fulô de araçá (c/ Guadalupe)

Golpe do desejo (c/ Nando Cordel)

Gosto de açúcar (c/ Nando Cordel)

Gostoso demais

Gostoso demais (c/ Nando Cordel)

Gotas de prata (c/ Guadalupe)

Guadá e Lio no forró (c/ Guadalupe)

Hoje é dia de forró (c/ Nando Cordel)

Homenagem a Chiquinho do Acordeon (c/ Guadalupe)

Homenagem a Jackson do Pandeiro

Homenagem a Januário

Homenagem a Lindu (c/ Climério)

Homenagem a Mestre Chicão

Homenagem a Nazareth (c/ Anastácia)

Homenagem a Pixinguinha - com Anastácia

Isso aqui tá bom demais (c/ Chico Buarque)

Já vou mãe (c/ Anastácia)

Lá e cá (c/ Anastácia)

Lamento de caboclo

Lamento sertanejo (c/ Gilberto Gil)

Lembranco de você (c/ W. Macedo)

Limpa banco (c/ Guadalupe)

Luz de candeeiro (c/ Climério)

Maravilhoso São João

Me pede um carinho (c/ Guadalupe)

Minha vida é te amar (c/ Nando Cordel)

Na casa de Dona Anita

Nafugueira (c/ Anastácia)

Não faz assim (c/ Nando Cordel)

Não prendas minhas asas (c/ Nando Cordel)

Não quero saber da crise (c/ Guadalupe)

Não sai de perto de mim (c/ Nando Cordel)

Não tem jeito não (c/ Anastácia)

Nas costas do Brasil (c/ Clodô)

Nem santo, nem ouro (c/ Manduka)

Nilopolitano (Homenagem a Nilópolis)

Ninguém vai nos separar (c/ Guadalupe)

No bem bom (c/ Nando Cordel)

No forró de Dona Zefa (c/ Manduka)

No puladinho (c/ Nando Cordel)

No tempo do meu pai

Noites Sergipanas

Nós dois de testa

Nossa Senhora da Conceição (c/ Anastácia)

Nosso chorinho

O babulina (c/ Anastácia)

O canto de acauã (c/ Anastácia)

O cortador de cana (c/ Tarcisio Acioli)

O Juazeiro e a sombra (c/ Fausto Nilo)

O mel e o fel (c/ Nando Cordel)

Ô menina, chega cá (c/ Guadalupe)

O que aconteceu, menina (c/ Anastácia)

O riacho do imbuzêro (c/ Zé Dantas)

O sertão te espera (c/ Anastácia)

O trinado do trovão (c/ Manduka)

Ó xente (c/ Anastácia)

O xote do coice

Oi, lá vou eu (c/ Anastácia)

Oito baixos (c/ Climério)

Oswaldiano

Oswaldinho no forró (c/ Guadalupe)

Palmares

Palmeira dos índios (c/ Anastácia)

Panorama

Para boi dormir (c/ Clodô)

Pé de boi (c/ Guadalupe)

Pé de poeira (puxa o fole Eurides)

Pé na poeira (c/ Guadalupe)

Pedras que cantam (c/ Fausto Nilo)

Penitente (c/ Abel Ferreira)

Piauiense

Ponto franco (c/ Nando Cordel)

Pouco importa (c/ Oliveira)

Pra desabafar (c/ Nando Cordel)

Pra se misturar gostoso (c/ Nando Cordel)

Prece a Luiz (c/ Climério)

Princesinha do choro

Puxa e encolhe

Quando chega o verão (c/ Abel Silva)

Quebra quenga (c/ Anastácia)

Quem eras tu (c/ Nando Cordel)

Quem foi que viu? (c/ Oliveira)

Quem me levará sou eu

Quemeras tu (c/ Nando Cordel)

Quero nem saber (c/ Nando Cordel)

Quero um chamego (c/ Anastácia)

Quero ver você feliz (c/ Guadalupe)

Querubim (c/ Clésio)

Recife a João Pessoa

Relembrando meu pai (Mestre Chicão)

Relembrando meu pai

Relembrando os velhos tempos

Remelexo (c/ Nando Cordel)

Riso cristalino (c/ Climério)

Roça roça (c/ Guadalupe)

Samba matuto

Sanfona sentida (c/ Anastácia)

São João bonito (c/ Anastácia)

Saudade matadeira (c/ Anastácia)

Segura as calças (c/ Guadalupe)

Seja como for (c/ Gonzaguinha)

Sem mistério

Sempre você (c/ Abel Silva)

Sete meninas (c/ Toinho)

Seu amor é tão gostoso (c/ Nando Cordel)

Sorriso cativante (c/ Anastácia)

Tantas palavras (c/ Chico Buarque)

Te cuida jacaré

Tenho sede (c/ Anastácia)

Ter você é ter razão (c/ Climério)

Teu carinho (c/ Guadalupe)

Todo ano (c/ Nando Cordel)

Triunfo (c/ Anastácia)

Tudo é São João (c/ Guadalupe)

Um abraço no Romeu

Um aperto de mão (c/ Oliveira)

Xote da de navegação (c/ Choco Buarque)

Xote do coice

Discografia

(2010) Iluminado Dominguinhos - DVD

(2009) Dominguinhos ao Vivo • Velas • CD

(2009) Dominguinhos ao vivo - Velas - DVD

(2008) Conterrâneos • Eldorado • CD

(2007) Yamandu+Dominguinhos • Biscoito Fino • CD

(2006) Conterrâneos • Eldorado • CD

(2003) Duetos • BMG/Ariola • CD

(2001) Lembrando de você • Sony Music • CD

(2000) Dominguinhos ao vivo • Velas • CD

(1999) Você vai ver o que é bom • Velas • CD

(1998) Nas contas do Brasil • Velas • CD

(1997) Dominguinhos e convidados cantam Luiz Gonzaga • Velas • CD

(1996) Pé de poeira • Continental/Warner Music • CD

(1996) Brasil musical-Série música viva-Dominguinhos e Mozart Terra • Tom Brasil • CD

(1995) Dominguinhos é tradição • Continental/Warner Music • CD

(1994) Choro chorado • Warner/Continental • CD

(1994) Nas quebradas do sertão • Warner/Continental • CD

(1993) O trinado do trovão • RGE • LP

(1992) Garanhuns • RGE • LP

(1991) Dominguinhos é Brasil • BMG Ariola • LP

(1990) Aqui tá ficando bom • Continental • LP

(1989) Veredas nordestinas • Continental • LP

(1988) É isso aí! Simples como a vida • Continental • LP

(1987) Seu domingos • Continental • LP

(1986) Gostoso demais • RCA Victor • LP

(1985) Isso aqui tá bom demais • RCA Candem • LP

(1983) Festejo e alegria • RCA Victor • LP

(1982) A maravilhosa música brasileira • RCA Victor • LP



(1982) Simplicidade • RCA Victor • LP

(1981) Querubim • RCA Victor • LP

(1980) Quem me levará sou eu • RCA Victor • LP

(1979) Após tá certo • PolyGram • LP

(1978) Ó xente • Fontana • LP

(1977) Oi, lá vou eu • Phonogram • LP

(1976) Domingo, menino Dominguinhos • Phonogram • LP

(1975) O forró de Dominguinhos • Phonogram • LP

(1973) Lamento de caboclo • Tropicana/CBS • LP

(1973) Tudo azul • Tropicana/CBS • LP

(1965) Dominguinhos • Cantagalo • LP

() 2010 - Lado B (Dominguinhos e Yamandú Costa) - Biscoito Fino - CD

Shows

Luiz Gonzaga volta pra curtir. Teatro Tereza Rachel, Rio de Janeiro, RJ.

A Feira. Com o Quinteto Violado.

II Festival de Jazz de São Paulo, SP.

Bibliografia Crítica

MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.

OLIVEIRA, Gildson. Luiz Gonzaga - O matuto que conquistou o mundo. Brasília: Letraviva, 2000.

Fonte: dicionariompb

Dominguinhos

Palavras-chave: Nordeste