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14.05.2012

Paulo Afonso marca presença no I Salão de Turismo da Bahia

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Nos dias 17, 18 e 19 de maio, Paulo Afonso, através dos seus representantes estará presente no I Salão de Turismo da Bahia que acontecerá no Centro de Convenções de Salvador. No evento, os principais destinos, produtos e segmentos do turismo da Bahia estarão reunidos em atividades como rodadas de negócios, exposições, apresentações culturais e uma série de ações e discussões sobre o setor no Estado.

O município de Paulo Afonso estará presente no estande da Zona Turística Lagos e Cânions do São Francisco, no institucional do Município e no do Sebrae. Também haverá áreas para gastronomia, artesanato, turismo de aventura e espaço especial para o São João da Bahia.

Paulo Afonso desponta no cenário turístico como um dos principais portões de entrada para a Região dos Lagos e tem como principal atrativo a exploração do turismo de aventura e o ecoturismo. Nela, o visitante encontrará opções que exploram a prática de esportes radicais, trilhas na caatinga, passeios no cânion do Rio São Francisco e visitas aos polos de piscicultura e instalações da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf).

Fonte: Gente & Mercado

Palavras-chave: Cultura, Negocios

14.05.2012

A vida noturna de Salvador

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Ecléticos, os programas para depois das 20h em Salvador vão da solenidade das missas especiais à descontração das baladas com DJs em bares, boates ou barracas de praia; da intimidade nos restaurantes finos à muvuca dos ensaios ao ar livre. Os terreiros de candomblé também têm forte apelo turístico, mas nem todos se abrem para curiosos. Melhor investigar no local, com moradores, taxistas, funcionários de hotéis e restaurantes ou com os próprios pais e mães de santo.

Blocos - No verão, há ensaios quase todos os dias da semana de diversos blocos para o Carnaval. Alguns têm dia e local fixo, como os do Olodum, que acontecem sempre às terças, no Largo Teresa Batista, no Pelourinho. É válido fazer uma pesquisa antes para saber o que pode encontrar.

Clubes e casas noturnas - Para dançar ao som da batida eletrônica, o Dolce funciona de quarta a sábado no shopping Boulevard 161, em Itaigara. E o Madrre na Av. Otávio Mangabeira, 2.471, de quinta a sábado. Na Barra, em frente ao Farol, a boate Club Lótus tem DJs residentes às sextas e sábados, e o Off Club diversifica a noite com performances de drag-queens e go-go boys. No Pelourinho, dá para sacudir as tranças no Cravo Rastafári, na Praça do Reggae. Se o turista se instalou no Rio Vermelho, vale conhecer, às sextas, a curiosa decoração e as festas da Borracharia, ao ritmo de soul, rock dos anos 70 e samba-rock.

Rio Vermelho - Tem espaços nobres para música ao vivo, como o Café Paris, a Casa da Bossa e o The Twist Pub; neste, até os garçons cantam e dançam.

Bar do Pimentinha - Para quem gosta de baladas mais underground, esse bar, na Boca do Rio, é um prato cheio. Funciona apenas de segunda-feira, porque o dono, Pimentinha, é devoto de São Lázaro e Omolu, o orixá do dia. Pra aumentar a proteção, ele ainda faz questão de pessoalmente benzer os clientes na porta. Se isso não for suficiente, visite o local para conferir a decoração kitsch, com artigos em madeira confeccionados pelo próprio Pimentinha, e a música, pra lá de eclética. Rua Dom Eugênio Salles, 11, tel: (71) 3230-1725.

Fonte: Luck Turismo

Palavras-chave: Turismo no Nordeste

14.05.2012

Encante-se com Penedo

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O primeiro povoado de Alagoas é hoje uma das cidadezinhas mais belas do estado. Fundada no século 16, às margens do rio São Francisco, Penedo guarda um preservado centro histórico tomado por museus e igrejas dos séculos 17 e 18. A maior atração da região, porém, é o passeio de barco que leva à foz do Velho Chico, no município vizinho de Piaçabuçu.

A viagem dura cerca de 45 minutos, passando por casebres de ribeirinhos e cruzando com muitas jangadas coloridas. Chegando ao encontro do rio com o mar, a paisagem ganha a moldura de dunas douradas que formam um delta salpicado de coqueiros e imensas lagoas de águas azuis. As embarcações ficam ancoradas por uma hora, tempo estabelecido pelo Ibama para cada visita à região. O período é suficiente para subir e descer correndo pelas dunas e nadar nas lagoas, mas deixa um gostinho de "quero mais" quando a vontade de apreciar a paisagem não passa de jeito nenhum.

De volta à terra firme, circule a pé pelas ruas de paralelepípedo de Penedo. Comece o roteiro histórico pelo conjunto barroco formado pelo Convento de São Francisco e a Igreja de Santa Maria dos Anjos (1759). Continue pela aconchegante Igreja de Nossa Senhora da Corrente (1765), com azulejos portugueses policromados; o Teatro Sete de Setembro (1865); e o Museu do Paço Imperial. É neste cenário que acontece o Festival de Tradições Populares, com desfiles de bandas de pífanos no segundo fim de semana de janeiro. Na mesma época, uma bela procissão fluvial comemora o dia do Bom Jesus dos Navegantes.

Além de história e cultura, Penedo também tem praias. A mais concorrida é a do Peba, a cerca de 30 quilômetros, na foz do São Francisco, com dunas e coqueirais. Boa parte do passeio é feito pela areia, sendo o acesso possível somente com bugues. Já para curtir o pôr do sol, o endereço é o antigo Forte da Rocheira, na beira do Velho Chico.

Fonte: Luck Receptivo

Palavras-chave: Turismo no Nordeste

12.05.2012

Pelos caminhos da Costa Negra

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O percurso que define a Costa Negra é de 48 quilômetros. Os visitantes podem descobrir este paraíso natural a partir do Itarema, que tem lugares simples e atraentes como Almofala e Torrões. O primeiro se destaca pela resistência de uma capela que passou 40 anos soterrada, enquanto o segundo mostra a originalidade de uma vila de pescadores na foz do Rio Aracati Mirim. Itarema entra no cenário turístico com belas praias e com a preservação das tartarugas marinhas no projeto Tamar.

A viagem continua e chega-se a Acaraú, município tradicional que deu origem a todos os outros que se emanciparam ao seu redor. O município se destaca pelo rio do mesmo nome, que se abraça com o Oceano Atlântico numa foz de encantamento e belezas naturais.

Na sede do município, uma das atrações é a igreja matriz, uma das mais bonitas do interior cearense.

A área litorânea, um pouco afastada da sede do município, guarda muitas surpresas na beleza das dunas e lagoas.

Bem perto de Acaraú está a cidade de Cruz, pequena, bem arrumada e com atrativos como lagoas e a praia do Preá, que se destaca pela atração de adeptos dos esportes náuticos.

O quarto município da rota fecha o corredor turístico com chave de ouro. Jijoca de Jericoacoara abriga a mais bonita praia do Ceará, localizada entre dunas e serrotes que contrastam com a beleza das lagoas. Os caminhos da Costa Negra, que começam em Torrões, vão até o Guriú, pequena localidade que separa Jijoca de Jericoacoara de Camocim.

A denominação Costa Negra não é fruto do acaso, nem modismo. Os quatro municípios, inseridos no Vale do Acaraú, a 240 quilômetros de Fortaleza, ganharam um solo escuro, formado por nutrientes especiais. A característica se destaca nos contornos do mar, lagoas e rios, enriquece a paisagem e marca o começo e o fim de uma área promissora para o turismo e os negócios. Os atrativos da região estão inseridos no livro Costa Negra, publicação que será lançada em Fortaleza, no próximo dia 15, no Marina Park Hotel.

Fonte: Diário do Nordeste

Palavras-chave: Turismo no Nordeste

12.05.2012

Bahia sediará principal evento de turismo do Nordeste em 2013

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Os tambores da Banda Feminina Didá, que surgiu nos anos 90, nas ruas do Pelourinho, em Salvador e a voz vibrante do cantor Aloísio Menezes, marcaram o fim da edição deste ano da BNTM - Brazil National Tourism Mart - e também foi um convite para o evento que em 2013 será realizado na capital baiana. A bolsa, que neste ano reuniu mais de 300 operadores e 450 fornecedores do mercado nacional em São Luiz, no Maranhão, volta à Bahia depois de cinco anos.

O secretário do Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, disse que ainda está estudando a possibilidade de realizar a bolsa paralelamente à segunda edição do Salão Baiano de Turismo. "Creio que vamos fazer um grande evento, com muitas conquistas para a Região Nordeste", disse.

Polêmica - Um dos assuntos mais discutidos no encerramento da bolsa foi a malha aérea no Nordeste. Empresários e secretários criticaram duramente a falta de voos diretos ligando os estados da reunião. O titular da Setur do Maranhão, Jura Filho, citou como exemplo as cidades de São Luís e Teresina, que só agora possuem uma linha direta. "Antes íamos até o Rio de Janeiro, São Paulo ou Brasília para chegar na capital piauiense. Em alguns lugares é mais fácil se deslocar de carro.

O secretário do Turismo da Bahia e presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes do Turismo, Domingos Leonelli, criticou a situação dos aeroportos nordestinos e disse que é preciso cobrar posições mais firmes junto à Agência Nacional de Aviação Civil para discutir a questão da malha aérea.

Fonte: Gente & Mercado

Palavras-chave: Cultura, Comercio

11.05.2012

A noite Badalada de Porto de Galinhas

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Pela 10ª vez consecutiva, eleita a melhor praia do Brasil. Porto de Galinhas e um paraíso de águas mornas e cristalinas. São 18 quilômetros de praia, toda cercada pelo verde dos coqueiros.

Para quem gosta de badalação, Porto de Galinhas conta com atrações dia e noite. Durante o dia você pode tomar banho de mar, desfrutar dos alimentos oferecidos pelas barracas da praia, passear de bug, passear de jangada, caminhar pelas areias batidas,  passear de catamarã à Ilha de Santo Aleixo, realizar trilhas ecológicas e muito mais.

Agora, pra quem procura agitação confira algumas dicas de badalação a noite em Porto de Galinhas:

Vila de Todos os Santos, localizada em Maracaípe, a 2Km de Porto de Galinhas.

Biroska da Cachaça: Possui Capacidade para 250 pessoas e programação bem variada.

Muru Muru: Conta sempre com festas temáticas para sua diversão.

Madrugão: Para saborear diversos pratos.

Santeria Bar Latino: Bar de Tradição Africana, com espaço para 450 pessoas.

Para você ficar por dentro de tudo que rola em Porto de Galinhas, acesse: http://www.agitoportodegalinhas.com.br/

Fonte: Luck Receptivo

Palavras-chave: Turismo no Nordeste

11.05.2012

Qualidades turísticas do Nordeste em destaque na 21ª BNTM

belezas naturais e hospitalidade da região na abertura do evento

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Músicas e danças típicas marcaram a abertura da 21ª Brazil National Tourism Mart (BNTM), em São Luís (MA). Belezas naturais, diversidade da fauna e flora, gastronomia  e cultura mereceram destaque nos discursos do ministro do Turismo, Gastão Vieira, da governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e da presidente da Comissão de Turismo Integrada do Nordeste (CTI), Danielle Novis.

"Temos uma missão extremamente desafiadora: despertar sonhos e criar um ambiente favorável para que esses sonhos se tornem realidade", afirmou Vieira. O ministrou citou a desoneração da folha de pagamento da hotelaria e resorts como uma medida para aumentar a competitividade do setor. "O governo já abriu mão de R$ 216 milhões de arrecadação em prol do desenvolvimento do setor", destacou.

Gastão Vieira ressaltou o bom momento que o turismo vive atualmente. Em 2011, a chegada de turistas estrangeiros cresceu em 5,3% em relação a 2010. Foram 5.433.354 visitantes internacionais em 2011, 271.975 a mais que no ano anterior.

Entre os turistas nacionais, o Nordeste aparece em primeiro lugar na preferência daqueles que pretendem viajar nos próximos meses. Pesquisa de sondagem realizada em março pelo Ministério do Turismo revela que a região é a primeira opção para 54,8% dos brasileiros. "O que nossa região oferece ao visitante, nenhuma outra oferece. Temos um povo hospitaleiro, fauna e flora exuberantes, diversidade cultural inigualável", afirmou a governadora Roseana Sarney.

Voltada para o mercado do Nordeste, a 21ª BNTM vai até sexta-feira (11), na capital maranhense.

Fonte: O Imparcial

Palavras-chave: Cultura, Comercio

10.05.2012

Olinda: É logo ali

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OLINDA E A CAPITAL

Sede da capitania de Pernambuco, a história de Olinda esteve desde sempre entrelaçada com a da capital, Recife, da qual é somente dois anos mais nova. Ambas, por exemplo, foram tomadas e saqueadas pelos holandeses em 1630. A região ainda passou por outros conflitos, como a Guerra dos Mascates, no século 18, entre os comerciantes portugueses do Recife e os barões do açúcar, e a Revolta Praieira, movimento separatista e liberal que eclodiu em 1848.

FIGURA ILUSTRE

O olindense Francisco de Assis França, conhecido como Chico Science, foi um dos principais colaboradores do manguebeat, movimento que mistura ritmos regionais, como o maracatu, ao rock, ao hip-hop, ao funk e à música eletrônica. Na década de 1990, foi líder da banda Chico Science & Nação Zumbi.

'Da janela da nossa casa, podíamos ver o mundo'

Repórter especial da Folha relembra a sua infância em Olinda

FREDERICO VASCONCELOS
DE SÃO PAULO


VIVI NUMA CIDADE SEM VIOLÊNCIA. AS CASAS NÃO TINHAM GRADES. NÃO HAVIA CHAVES NA NOSSA. OLINDA ERA UMA CIDADE- DORMITÓRIO

Na Olinda da minha infância, o "Homem da Meia-Noite", boneco do Carnaval, ainda era um gigante solitário.

Quando o bloco passava na nossa rua, o galã de cartola, costeletas, bigodinho e dente de ouro cumprimentava meu pai. Retribuíamos a reverência oferecendo um refrigerante para o carregador. Como o boneco era muito alto, ele tinha que abrir a braguilha do personagem para beber o guaraná.

Da janela da nossa casa, ao lado da matriz de São Pedro, víamos o mundo. Passavam procissões, blocos, leiteiro, verdureiro, amolador de tesouras. E o "galego", que oferecia revistas pornográficas e cartas de mágicas.

Aos domingos, mascates vendiam tecidos. Depois da missa, o franciscano vinha tomar sorvete conosco.

Todo mundo conhecia todo mundo.

O tocador de tarol seguia as procissões, as marchas carnavalescas, o pastoril e a retreta dominical na praça do Carmo. Nos outros dias, empurrava a carreta da funerária.

Da janela da nossa casa, camarote privilegiado, assistíamos à Corrida das Ladeiras, maratona mais difícil que a São Silvestre. Dizia-se que a ladeira da Misericórdia, mais íngreme, ajudava a tornear as pernas das alunas da Academia Santa Gertrudes.

À noite, um funcionário acendia a lâmpada de cada poste. As famílias colocavam cadeiras na calçada. Quando compramos a primeira televisão, meu pai abria as janelas para que os vizinhos assistissem a programação.

Nossa casa ficava entre os dois cinemas da cidade. Na Semana Santa, como havia uma única cópia da "Paixão de Cristo", garotos passavam correndo com os rolos dos filmes para a exibição intercalada nas duas salas.

O ano acabava com a festa na rua do Bonfim, com quermesse, grupos folclóricos e cinema projetado na parede de um casarão por um vizinho.

No dia em que Getúlio Vargas se suicidou, o único guarda da delegacia circulou na rua com um fuzil. Prontidão inócua. Havia um único assaltante, que não assustava ninguém. Vivi numa cidade sem violência. As casas não tinham grades. Não havia chaves na nossa. Olinda era uma cidade-dormitório.

Depois vieram os intelectuais, os arquitetos, os ateliês, as pousadas, o artesanato e os turistas.

Subi e desci as ladeiras a pé, em carrinhos de rolimã, de bicicleta e na cabina do caminhão do lixo da prefeitura, dirigido por um parente distante. Ainda havia bonde, quando comecei a trabalhar.

Ia todo dia à praia, até que ergueram os diques para conter a fúria do mar, que levara a casa da primeira infância.

Ao chegar a São Paulo, no final dos anos 1960, imaginava que veria o mar ao dobrar cada esquina.


Ateliês formam rota das artes em Olinda

Abrigando pintores e gravuristas, cidade desenvolveu relação com movimentos artísticos a partir dos anos 1950

Entre os nomes locais influentes estão Gilvan Samico, Tereza Costa Rêgo, Guita Charifker e Luciano Pinheiro

DIANA MOURA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE OLINDA

Recortada por telhados de um cubismo espontâneo e atravessada por ruas sinuosas, Olinda tem sua vocação resumida nas palavras do poeta pernambucano Carlos Pena Filho (1929-1960): "Olinda é só para os olhos/ Não se apalpa, é só desejo./ Ninguém diz: é lá que eu moro./ Diz somente: é lá que eu vejo". O casamento da cidade com as artes plásticas começou entre os anos 1950 e 1960.

A migração artística foi estimulada pelo então prefeito Eufrásio Barbosa e o secretário de Cultura Vicente do Rêgo Monteiro, único pernambucano a participar da Semana de Arte Moderna de 1922. A eles, juntou-se Ypiranga Filho, no início dos anos 1960.

Os artistas fundaram o Movimento da Ribeira, que se desdobrou em ateliês, oficinas, espaços expositivos e tornou-se o centro nervoso da vida cultural pernambucana. Quando Eufrásio Barbosa foi afastado da política pelo golpe de 1964, os artistas ficaram na cidade, tida como refúgio mais seguro que o Recife para o livre pensar e a produção de arte.

Uma delas pode ser vista na rua de São Bento, 154. Lá funcionou o Ateliê 154, que ganhou uma porta em madeira talhada pelo escultor José Barbosa. A maioria desses traços, porém, é subjetiva e pode ser vista no modo gregário como os moradores do sítio histórico se relacionam com a cidade e com as artes.

DE SORTE MESMO

O nome mais cultuado entre artistas é o do gravurista Gilvan Samico, conhecido pela sua simpatia contraditoriamente reclusa. É preciso tempo e sorte para ser presenteado com seu bom humor.

O ponto oficial de venda de suas obras é o Sobrado Espaço Cultural. Não raro -e sem muita explicação-, algum comprador escolhe a peça diretamente em sua residência.

Se o sujeito for de sorte mesmo, como se diz em Pernambuco, encontrará por lá também Célida Samico, mulher do artista, que coloca tarô. Para quem mostra um tantinho de gosto por lendas e mitos, ela sorri para falar sobre o tema e explicar em qual histórias ancestrais foram baseadas as obras do marido.

No terceiro andar do sobrado fica o ateliê do artista, seus esboços, projetos futuros, matrizes e a prensa na qual imprime suas gravuras, com a ajuda do filho e também artista Marcelo Pelegrino.

Na rua do Amparo, ficam casa e ateliê de Tereza Costa Rêgo. Mais afeita a festas, é uma mulher com a vida marcada por tragédias -exilada política, perdeu o marido ao voltar para o Recife. Suas obras retratam cenas de bordéis e marcos da história sociopolítica nacional em tons de vermelho e amarelo.

Olinda também é casa de João Câmara, que, apesar de não apresentar mais suas pinturas na Cidade Alta, ainda mantém dois casarões na ladeira de São Francisco.

Num passeio a pé, que vai do Amparo e passa pela Sé, estão os ateliês e residências de Maria Carmen, Guita Charifker e Luciano Pinheiro.

São olindenses históricos, que adotaram a cidade nos anos 60. Maria Carmen e Guita são vizinhas. A primeira retrata cenas cotidianas, a segunda privilegia em suas obras a botânica brasileira.

Luciano é um pintor e gravurista de muitas faces, cujas telas tem combinação forte de formas orgânicas e cores, como um Rothko tropical.


Onde estão os artistas

SOBRADO ESPAÇO CULTURAL
Rua 15 de Novembro, 119

MARIA CARMEN
Rua Saldanha Marinho, 196, Amparo; 0/xx/81/3429-2914

GUITA CHARIFKER
Rua Saldanha Marinho, 206, Amparo; 0/xx/81/3429-1758

TEREZA COSTA RÊGO
Rua do Amparo, 242; 0/xx/81/3429-2008

LUCIANO PINHEIRO
Rua Bispo Coutinho, 828, Alto da Sé; 0/xx/81/3429-0232

'A cidade sempre foi muito charmosa, foi atraindo os artistas'

Gravurista Gilvan Samico, que tem obras na Pinacoteca, em SP, e no MoMa, em NY, fala sobre a arte em Olinda

Para a aquarelista Guita Charifker, outro nome importante na cena artística olindense, chamariz é a beleza

MARINA DELLA VALLE
DE SÃO PAULO

Ao ouvir sobre os ateliês de Olinda, um turista desavisado pode pensar que se trata apenas de artesanato. Ledo engano: a cidade é um centro importante das artes plásticas brasileiras e lar de artistas consagrados.

A partir dos anos 1950, Olinda começou a receber artistas, principalmente pernambucanos, dando início a uma viva tradição cultural que se arraigou no local.

Vivem e trabalham em Olinda nomes como o pintor João Câmara Filho, a aquarelista Guita Charifker e o pintor e gravurista Gilvan Samico -principal nome nas artes plásticas do movimento Armorial, fundado em 1970 pelo escritor Ariano Suassuna, que buscava produzir uma obra erudita a partir de elementos populares.

Samico, 83, que tem obras na Pinacoteca de São Paulo e no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), vive e trabalha em um casarão "de uns 300 anos", que comprou quando se mudou para a cidade, na década de 1960.

"Quando cheguei, era um grupo pequeno, três, quatro artistas", disse Samico, à Folha, por telefone. "Depois, não só chegaram outros como muitos abraçaram a carreira artística", completou o gravurista, que neste ano teve sua vida e obra registradas pela primeira vez em livro ("Samico", de Weydson Barros Leal, ed. Bem-Te-Vi)

"A cidade sempre foi muito charmosa, foi atraindo os artistas", afirma ele, que, via de regra, não recebe turistas em seu ateliê.

Sossegado, não aprecia muito o Carnaval olindense. "Para o morador, a cidade acaba sendo um local de descanso. Para quem não gosta, é um estorvo". E o que mais agrada ao gravurista em Olinda? "Quando me mudei, via o mar da minha janela. E hoje continuo vendo".

A aquarelista Guita Charifker, 75, também prefere uma vida sossegada em sua casa, sem receber turistas. Para ela, o único motivo para a ida de artistas plásticos a Olinda é sua beleza. "A cidade é muito interessante. Os artistas de Recife -eu mesma nasci lá- vieram para cá por causa dessa beleza", afirma ela.

Literatura, música e exposições marcam o calendário olindense

PEDRO CARRILHO
ENVIADO ESPECIAL A OLINDA

Confirmando a efervescência cultural que compartilha com a capital, Recife, Olinda tem um extenso calendário além do Carnaval.

A cidade é sede de importantes eventos, como a Mostra Internacional de Música em Olinda, o Mimo (mimo.art.br), que acontece entre 3 e 9 de setembro, neste ano também em Recife e João Pessoa. A mostra reúne essencialmente expoentes da música instrumental e tem exibições de filmes e workshops.

Entre os dias 15 e 18 de novembro, a cidade recebe a oitava edição da Fliporto (Festa Literária Internacional de Pernambuco; www.fliporto

net/2012). O evento teve início em de Porto de Galinhas, mas se mudou para Olinda em 2010. Similar à Flip de Paraty, neste ano o evento tem como homenageado o escritor Nelson Rodrigues.

Artistas e artesãos completam a cena cultural da cidade expondo e vendendo suas obras em ateliês, principalmente na rua do Amparo.

Entre os famosos estão a baiana Iza do Amparo, na casa 159, e Sérgio VilaNova, no número 224, que, desde criança, inspirou-se nos personagens, cores e formas do Carnaval de rua olindense para pintar suas telas.

Todo mês de novembro acontece o Arte em Toda Parte, evento em que os artistas abrem as portas de seus ateliês para os visitantes, e que inclui também apresentações de dança e música, além de oficinas de arte.

Delicie-se com macaxeira, queijo de coalho e tapiocas

Circuito gastronômico regional e boêmio se estabelece no centro histórico

Entre os locais estão o conceituado Oficina do Sabor, o Flor de Coco, a Casa da Noca e o francês Maison do Bonfim

DO ENVIADO A OLINDA

Os bares e restaurantes das ruas do centro histórico de Olinda, com epicentro na rua do Amparo, já constituem um estabelecido circuito pela boemia e culinária regional.

A começar pelo obrigatório Oficina do Sabor (oficinadosabor.com), conceituado restaurante capitaneado pelo chef César Santos, que está comemorando 20 anos de sua inauguração com um festival de frutos do mar.

Como entrada vale pedir um tenro naco de queijo de coalho assado com alho em lâminas e azeite. Mas a especialidade da casa são mesmo as opções de jerimum recheado, com lagostim, camarão, polvo, bacalhau, linguiça, frango ou charque. Para duas pessoas, os preços vão de R$ 46 (com frango) a R$ 92 (com lagostim, ao coco ou com creme de manga).

Dois restaurantes associados à pousada do Amparo (pousadadoamparo.com.br) também estão firmes no circuito. O Beijupirá (beijupiraolinda.com.br), filial da casa de Porto de Galinhas (PE), tem ambiente sofisticado e vistas dos telhados e fachadas da rua do Amparo.

Seus pescados e frutos do mar, em inventivas misturas (ou mixira, "mistura" em tupi, como a casa denomina sua culinária), quase sempre aromatizadas com frutas típicas, são o carro-chefe.

Já o romântico Flor do Coco está situado no casarão principal da pousada, do outro lado da rua, e tem vista para a piscina e a mata.

PRATO ÚNICO

Reserve ainda (bastante) espaço no est�?mago para uma visita à improvável Casa de Noca. Recomendado por muitos olindenses e recifenses como um segredo que já deixou de ser segredo, o restaurante fica no quintal de uma casa escondida numa pacata rua aos pés da ladeira da Misericórdia.

O ambiente simples, com mesas e cadeiras de plástico, acomoda a clientela que vem em busca do único prato servido: uma monumental camada de macaxeira (aipim) com carne de sol e queijo de coalho, que já se tornou um clássico de Olinda.

Custa R$ 20 por pessoa. Sem falsa modéstia, a casa diz ter a "melhor macaxeira do mundo". Mesmo sem ter provado todas que existem, é difícil discordar.

Outras opções no centro incluem o italiano Don Francesco e o bufê do Patuá.

Ainda nessa área está o francês Maison do Bonfim, da pernambucana Lou Melo e do franco-britânico Jeff Colas. A casa reúne inúmeros artistas da cidade e suas paredes estão permanentemente repletas de pinturas, com exposições constantes.

No meio da tarde, as barracas montadas no Alto da Sé vendem outra delícia típica, as tapiocas. Salgadas ou doces, são uma tentação para o lanche de fim de tarde, depois de tanto sobe e desce pelas ladeiras da cidade.

Peça a de queijo de coalho ou a de leite condensado com coco. Entra as famosas, estão as preparadas na Tapioca da Vovó, no pátio da loja de artesanato Ecological.

Para finalizar, não enrubesça -ou se quer estranhe- quando os nativos jocosamente lhe perguntarem se você já provou do Pau-do-Índio. Não passa de uma bebida artesanal típica olindense, cuja receita, tida como secreta, tem cachaça, guaraná e outros 30 ingredientes.

Misto de mercearia e boteco tem DJ e noite dedicada ao chorinho

DO ENVIADO A OLINDA

A noite pode começar -ou terminar- com uma visita à Bodega de Véio, na, é claro, rua do Amparo. A bodega, aberta há mais de 30 anos, é uma excêntrica mistura de mercearia e boteco descolado. À noite, a calçada em frente e os terraços ao lado viram o ponto de encontro mais tradicional do centro histórico de Olinda.

Em meio às prateleiras de cachaças e licores, a bodega ostenta uma pintura de seus antigos frequentadores, Chico Science. Dizem que Alceu Valença, por sua vez, segue dando as caras vez ou outra.

A cerveja é sim ou sim gelada, e o papo com os nativos e turistas é fácil. Para petiscar, a pedida é um pratinho de queijos e frios. A bodega promove semanalmente a Terça do Vinil, com DJ e venda de discos, e noites dedicadas ao chorinho.

Outro reduto tradicional da boemia olindense é o bar Xinxim da Baiana. Localizado no Carmo, logo no acesso ao centro histórico, a casa atrai público cativo com sua trilha sonora variada, do forró pé-de-serra ao reggae, ao vivo ou nas caixas de som -a casa tem grande acervo de vinis.

Para acompanhar as noites animadas, o cardápio da casa inclui caldinhos de carne e feijão e acarajé, entre outros petiscos que remetem à culinária baiana.

Para fechar a noite e rebater a bebedeira, a pedida é não sair de Olinda sem provar e se esbaldar com o bolo de rolo. Guarde um estoque também para trazê-lo na mala aos amigos, como lembrança. Doce artesanal típico da região, é uma espécie de rocambole feito com finíssimas camadas de goiabada.

(PEDRO CARRILHO)


Para comer e beber em Olinda

BEIJUPIRÁ
Cozinha contemporânea com ingredientes locais.
Rua Saldanha Marinha, s/nº; 0/xx/81/3439-6691

BODEGA DE VÉIO
Mercearia de dia e ponto tradicional da noite.
Rua do Amparo, 212; 0/xx/81/3429-0185

CASA DE NOCA
Serve macaxeira com carne de sol e queijo de coalho.
Rua Bertioga, 243; 0/xx/81/3439-1040

DON FRANCESCO
Cozinha italiana.
Rua Prudente de Moraes, 358; 0/xx/81/3429-3852

FLOR DO COCO
Cozinha contemporânea.
Rua do Amparo, 199; 0/xx/81/3429-6889

MAISON DE BONFIM
Cozinha francesa assinada pelo chef Jeff Colas.
Rua do Bonfim, 115; 0/xx/81/3429-1674

OFICINA DO SABOR
Contemporâneo, do chef César Santos.
Rua do Amparo, 335; 0/xx/81/3429-3331

XINXIM DA BAIANA
Bar com música.
Av. Sigismundo Gonçalves, 742; 0/xx/81/3439-8447

Profusão de igrejas em Olinda pode ser avistada de longe

Há cerca de 20 edifícios religiosos, e visitar alguns deles é essencial para entender a cidade em seu auge histórico

Templos construídos no século 16 foram abaixo no grande incêndio causado pela invasão holandesa em 1630

DO ENVIADO A OLINDA

De longe, já é possível avistar a profusão de igrejas que cobre as colinas de Olinda -são cerca de 20 em tão pequeno território.

Embora conhecer todas seja certamente um tour maçante, um roteiro pelas principais delas é fundamental para a compreensão da cidade em seu auge histórico.

Todas as igrejas construídas durante o século 16 vieram abaixo no grande incêndio causado pela invasão holandesa em 1630 e foram posteriormente reerguidas.

Um bom lugar para começar o circuito é a igreja e mosteiro de São Bento. Construída em 1582, é considerada a mais rica da cidade, principalmente por seu altar barroco revestido de ouro.

Já o convento de São Francisco é o mais antigo convento franciscano do país. Em seu complexo estão a igreja da N. S. das Neves, mais três capelas e uma sacristia, todas decoradas no estilo barroco, além de painéis de azulejos.

Todos os caminhos levam ao Alto da Sé, que foi recentemente revitalizado. Ali fica a igreja da Sé, construída originalmente em 1537.

Mais humilde, porém também importante historicamente, é a igreja de N. S. do Rosário dos Homens Pretos de Olinda. Construída por uma irmandade de negros no século 17, tem uma imagem de Moisés Negro, jazigos de escravos e afrescos pintados por eles, recém-descobertos.

Atente aos horários de abertura das igrejas, que variam muito. Recentemente reformada, a igreja da Misericórdia, de 1540, abre apenas nas missas matinais e brevemente às 12h e às 18h. Já a igreja de N. S. do Amparo somente abre para visitas durante as missas de domingo.

Entre uma igreja e outra, percorra as principais ruas e ladeiras da cidade, como a esquina dos Quatro Cantos, a rua do Amparo e a ladeira da Misericórdia, cujo grau de inclinação faz jus ao nome, culminando no Alto da Sé.

Em meio às coloridas fachadas, busque dois sobrados em estilo mourisco, um na rua do Amparo e outro na praça São Pedro, onde ainda está a única edificação remanescente em estilo holandês.

(PEDRO CARRILHO)

Pacotes para Olinda

PREÇO POR PESSOA EM APARTAMENTO DUPLO

COM AÉREO

R$ 920
Quatro noites no Casa Blanca Resort, com café da manhã. Na Decolar.com: 4003-9444; www.decolar.com.

R$ 1.150
Quatro noites na pousada do Amparo, com café da manhã. Inclui city tour e traslado de chegada e saída. Na MGM: 0/xx/11/2789-6400; www.mgmoperadora.com.br.

R$ 1.235
Sete noites de hospedagem no hotel Sete Colinas, com café da manhã. Inclui traslados de chegada e saída para o aeroporto. Saídas de Curitiba. Na BWT Operadora: 0/xx/11/3888-3499; www.bwtoperadora.com.br.

R$ 1.334
Sete noites de hospedagem na pousada Pérola do Porto, com café da manhã. Inclui city tour em Recife e Olinda e todos os traslados. Na Marsans Brasil: 0/xx/11/2163-6800; www.marsans.com.br.

R$ 1.479
Sete noites na pousada Quatro Cantos, com café da manhã. Inclui city tour em Recife e Olinda e traslado entre o aeroporto e o hotel. Na New Line: 0800-606-2524; www.newline.tur.br.

R$ 1.524
Quatro noites na pousada do Amparo, com café da manhã. Na Flot: 0/xx/11/4504-4544; www.flot.com.br.

R$ 1.600
Sete noites de hospedagem na pousada Quatro Cantos, com café da manhã. Inclui traslado de chegada e saída. Válido até 30/6. Na Nascimento: 0/xx/11/3156-9900; www.nascimento.com.br.

R$ 1.678
Sete noites na pousada do Amparo, com café da manhã. Inclui traslados de chegada e saída. Na Top Brasil Turismo: 0/xx/11/5576-6300; www.topbrasiltur.com.br.

R$ 1.713
Sete noites na pousada do Amparo, com café da manhã. Na Intravel: 0/xx/11/3206-9000; www.intravel.com.br.

R$ 1.820
Sete noites na pousada Sete Colinas, com café da manhã. Inclui traslados. Na Visual Turismo: 0/xx/11/3235-2000; www.visualturismo.com.br.

R$ 1.933
Sete noites, sendo quatro em Recife e três em Olinda, em hotéis de categoria turística, com café da manhã. Inclui traslado de chegada e saída. Válido até 24/6. Na Soft Travel: 0/xx/11/3017-9999; www.softtravel.com.br.

R$ 2.179
Sete noites de hospedagem no hotel Sete Colinas, com café da manhã. Inclui city tour em Recife e Olinda e traslados entre o hotel e o aeroporto. Na New Line: 0800-606-2524; www.newline.tur.br.

R$ 2.680
Sete noites de hospedagem no hotel Sete Colinas, com café da manhã. Inclui traslados de chegada e de saída. Na Tereza Ferrari Viagens: 0/xx/11/3021-1699; www.terezaferrariviagens.com.br

Vá a Olinda

PASSAGENS AÉREAS

SP-RECIFE-SP

Avianca: R$ 265; 4004-4040; www.avianca.com.br

Gol: R$ 498; 0800-704-0465; www.voegol.com.br

TAM: R$ 570; 4002-5700; www.tam.com.br

CONDIÇÕES

Preços, promocionais e sujeitos a alterações, referentes a Cumbica

HOSPEDAGEM

Costeiro Olinda Hotel/Na RCA Turismo: a partir de R$ 76*; 0/xx/11/3017-8700; www.rcaturismo.com.br

Pousada do Amparo/ Na Teresa Ferrari Viagens: a partir de R$ 360; 0xx/11/

3021-1699; www.terezaferrariviagens.com.br

CONDIÇÕES

Valores sujeitos a alterações

*Preço por pessoa em quarto duplo; com café e taxas

*Preço por casal, com café e taxas


Fonte: Folha de São Paulo - 10/05/2012

Palavras-chave: Pernambuco, Turismo no Nordeste

10.05.2012

Cultura maranhense abre Feira Internacional de Turismo em São Luís

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A cultura maranhense será a grande atração da abertura da 21ª BNTM (Brazil National Tourism Mart), um dos maiores eventos do setor de turismo, que será realizado nesta quarta-feira (9), às 20h, no Centro de Produção e Comercialização Artesanal do Maranhão (Ceprama). O evento acontecerá até o domingo (13).

A Brazil National Tourism Mart é promovida pela Fundação Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI/Nordeste) e tem o objetivo de vender o produto turístico nordestino nos mercados nacional e internacional. O evento, que acontece desde 1992, reunirá este ano cerca de 450 buyers (operadores), supliers (fornecedores) e jornalistas.

A rica história do Maranhão, suas lendas, danças, sotaques do bumba-meu-boi, tambor de crioula e outros ritmos da cultura maranhense serão alguns dos temas do show da trupe da Companhia Barrica que, aliada à culinária e o artesanato estampado nas mesas e decoração de todo o espaço, darão o tom da abertura da BNTM.

O espetáculo mundialmente conhecido promete mostrar no palco, por meio dos integrantes da Companhia Barrica e Bicho Terra, as riquezas de duas das grandes festas  tradicionais comemoradas de maneira única no Maranhão, o Carnaval e o São João.

Fonte: Tribuna do Maranhao

Palavras-chave: Cultura

09.05.2012

Praia de Muro Alto

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A praia de Muro Alto tem 2,5 mil metros e seu nome deriva das falésias de cerca de 3 m que formam um paredão em boa parte de sua extensão. Possui arrecifes em toda sua dimensão que formam piscinas de águas calmas e mornas.
 
O seu acesso é feito por estrada asfaltada a partir do Posto da Policia Rodoviária na PE 09. Após o resort Nanai o trajeto deve ser feito de bugue ou a pé. Pode-se também chegar a ela a partir da Praia de Cupe andando a pé pela areia.
 
O que existe na praia
 
Existe a piscina natural mais profunda da Região de Porto de Galinhas, com até 10 m de profundidade , boa para nadar. Em uma área delimitada da praia é permitido usar de jet ski pela piscina natural . Não perca.
 
É possível alugar-se um buggy para fazer um passeio pela região até Pontal de Maracaípe (onde após alugar uma jangada pode-se ver os cavalos marinhos) ou até a locais mais afastados.
 
Na praia de Muro Alto está instalado um complexo de resorts, hoteleiros e residenciais, de alta qualidade que atrai turistas do mundo todo e celebridades nacionais.

Fonte: Luck Receptivo

Palavras-chave: Turismo no Nordeste, Praia