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25.06.2012

Discografia de Luiz Gonzaga ganha reedição completa

Gravadora ainda prepara um disco de duetos póstumos, em que artistas vivos vão interpretar em cima de gravações deixadas pelo cantor

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Segundo informações da Sony Music, a discografia completa de Luiz Gonzaga, O Rei do Baião,  ganhará uma reedição completa. A gravadora é dona dos direitos autorais da obra do músico.

Ainda sem data definida para chegar às lojas (a ideia é que o mercado comece a receber os primeiros lotes dos álbuns a partir de setembro), o projeto faz parte das comemorações do centenário do compositor, celebrado em 13 de dezembro deste ano e cheio de homenagens ao redor do país.

A reedição da discografia será baseada no catálogo da RCA, selo que pertence a Sony e pelo qual Gonzaga lançou a maior parte de sua obra. A Sony negocia também com a EMI o licenciamento dos álbuns que o músico pernambucano produziu pela gravadora Odeon.O pacote somará 58 discos, sendo 15 ainda inéditos em CD, como os trabalhos "Sertão 70" (1971), "São João Quente" (1972) e" Luiz Gonzaga e Fagner" (1984).

Além do relaçamento dos álbuns para comemorar o centenário de nascimento de Gonzagão, a Sony prepara um disco de duetos póstumos, em que artistas vivos vão interpretar em cima de gravações deixadas pelo cantor.

Fonte: IBahia

Luiz Gonzaga: Reedição da Discografia completa

Pela primeira vez a discografia de Luiz Gonzaga, O Rei do Baião, terá uma reedição completa, de acordo com informações da Sony Music, dona dos direitos autorais da obra do músico.

A Sony ainda prepara um disco de duetos póstumos, onde artistas vivos vão interpretar em cima de gravações deixadas pelo cantor, algo como o que já foi feito no Brasil com a obra de Renato Russo e, lá fora, com a do norte-americano Nat King Cole.

O dois trabalhos vão fazer parte das comemorações do centenário de nascimento de Luiz Gonzaga que será celebrado em 13 de dezembro deste ano.

O mercado vai receber os primeiros lotes dos álbuns a partir de setembro. O pacote soma 58 discos, que serão vendidos separadamente. A reedição da discografia será baseada no catálogo da RCA, selo que pertence a Sony e pelo qual Gonzaga lançou a maior parte de sua obra.

A Sony negocia também com a EMI o licenciamento dos álbuns que o músico pernambucano produziu pela gravadora Odeon.O pacote somará 58 discos, sendo 15 ainda inéditos em CD, como os trabalhos "Sertão 70" (1971), "São João Quente" (1972) e" Luiz Gonzaga e Fagner" (1984).

Outro projeto com artistas brasileiros interpretando o repertório de Gonzaga -só que sem a "participação" dele- já está na fábrica e deve chegar às lojas ainda neste mês.

Produzido por Thiago Marques Luiz para a pequena gravadora Lua Music, "100 Anos de Gonzagão" vai trazer 50 gravações em três discos.

O time de cantores tem nomes como Elba Ramalho, Dominguinhos, Amelinha, Geraldo Azevedo, Ednardo, Cida Moreira, Zezé Motta, Chico César, Cátia de França, Ângela Ro Ro, Célia, Eliana Pittman e Zeca Baleiro.

Também inclui figuras da nova geração, como Gaby Amarantos, Karina Buhr, Marcia Castro, Filipe Catto, Thaís Gulin, China e as bandas Vanguart e 5 a Seco.
"É um disco sem preconceito. Vai de Claudette Soares a Elke Maravilha", diz Marques Luiz. "Quis que fosse eclético, porque Gonzaga foi um dos poucos que conseguiram ser assim. Foi o primeiro a atingir, com a mesma música, o povo e a elite. Era justamente aí que morava a genialidade dele."


Palavras-chave: Midia

25.06.2012

O legado ''fashion'' de Luiz Gonzaga

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Luiz Gonzaga foi o Elvis Presley do Sertão. Não se conformou em simplesmente cantar  sua terra, mas espalhou, pelos quatro ventos do mundo, o jeito e as roupas do Nordeste.  De gibão de couro, óculos estilo Ray Ban aviador e chapéu de vaqueiro, o rei do baião nordestinizou a moda.

Não foi ele quem inventou o gibão. Basta você dar uma passeada pelas brenhas de Pernambuco para ver que gibão é a roupa do Sertão. Se já foi em Serrita, então, sabe que gibão por lá é farda. A Missa do Vaqueiro, por exemplo, é um desfile de moda à parte. Roupas confeccionadas com a belezura artesanal do interior. E de lá, desse mesmo fim de mundo que é o Sertão, saiu a inspiração de Seu Lua. Cantar por aí de paletó e gravata, como faziam os cantores de rádio da época, não tinha a menor graça para ele. Gonzaga incorporou a vestimenta do vaqueiro e ,sem saber, mudou a cara da música nacional.

Óculos, bolsas, sandálias, lenços, deixaram as terras áridas de Exu, Salgueiro, Serrita, Serra Talhada, e ganharam as ruas. São muitos os acessórios inspirados nos vaqueiros nordestino.

Acessórios regionais quando misturados com figurino moderno deixam o look irreverente e autênticos. Um bom exemplo é uma bolsa e o cinto com um ar "roots" mais um vestido longo da Cantão: quebra o bairrismo e ainda deixa a produção cool!

Fonte: Batida Salve Todos

Palavras-chave: Cultura, Midia

25.06.2012

No estilo anfitriã, Elba reverencia Gonzagão na véspera de São João em Campina Grande

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No estilo anfitriã, Elba reverencia Gonzagão na véspera de São João em Campina Grande

Noite de louvor a São João e, sobretudo, a Luiz Gonzaga neste sábado (23) em Campina Grande, na Paraíba. O show da cantora Elba Ramalho no Palco do Arraial Nilton Mota foi quase que de absoluta reverência ao Mestre Lua. Quase como uma anfitriã da casa, Elba saudou campinenses e turistas nessa véspera de São João na festa que tem a fama de maior do mundo.

A paraibana fez uma apresentação eletrizante, com repertório todo arrematado com famosas composições do Rei do Baião, grande homenageado dos festejos juninos do Nordeste por seu centenário.

"Gonzaga é inspiração pra todos nós que fazemos música. É um imenso prazer poder homenageá-lo, ainda mais numa festa tão bonita como essa, na qual me sinto em casa", disse a cantora.

O Maior São João do Mundo teve lotação máxima nessa noite de véspera. De acordo com a organização do evento, mais de 100 mil pessoas prestigiaram o show de Elba, que durou mais de duas horas, com direito à parada para a tradicional queima de fogos. No chão, tanta gente que mal dava pra se mexer, fator que não impediu que o público ainda trocasse alguns passos, embora espremidos.

A noite contou ainda com shows de Geraldinho Lins, que também preparou repertório especial para homenagear Luiz Gonzaga; e de Genival Lacerda que, ao lado do filho João Lacerda, apresentou ao público alguns dos clássicos imortalizados pelo maior cancioneiro nordestino.

Animados, muitos só deixaram o Parque do Povo ao raiar do dia, dando os primeiros salves a São João, cuja festa será celebrada neste domingo (24) ao som de Léo Magalhães, Oswaldinho do Acordeon, Adriano José e Grupo de Dança Caetés, a partir das 21h.

O domingo pode ainda ser aproveitado por quem está de passagem na região com passeios no Expresso Forrozeiro - trem que vai de Campina Grande à Galante, distrito onde há forró pé de serra o dia inteiro - ou mesmo uma visita ao Sítio São João, que funciona durante o dia na capital paraibana do forró.

Fonte: NE10

Palavras-chave: Sao Joao 2012, Homenagem

23.06.2012

Rei do Baião - TV Jornal apresenta especial sobre Luiz Gonzaga neste sábado

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A TV Jornal vai apresentar um especial em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga neste sábado (23), véspera de São João. O editor Ulisses Brandão viajou a Paris, na França, onde entrevistou a mais importante biógrafa do Rei do Baião, Dominique Dreyfus. O especial será apresentado por Ciro Bezerra, logo após Chaves.

Fonte: NE10

Palavras-chave: Homenagem

15.06.2012

Renata Arruda interpreta Gonzagão no Parque do Povo nesta sexta-feira

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Quem está acostumado a ouvir a cantora Renata Arruda com estilo pop rock pode se surpreender com a nova performance da artista. A voz arrebatadora de Renata Arruda se rendeu ao forró. Cantora, compositora, poeta e instrumentista, Renata Arruda está com um show inédito em homeagem ao centenário do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. O show "Renata canta Gonzagão" será apresentado nesta sexta-feira(15), no Parque do Povo dentro da programação do Maior São do Mundo, em Campina Grande.

Vencedora dos prêmios de primeiro lugar e melhor intérprete na edição do Forro Fest 2012 com a música 'Xamego do Pavio', Renata Arruda diz que preparar um show dessa natureza só aflora a sua identidade nordestina e suas origens. "O meu repertório está formatado com os clássicos do Rei Luiz Gonzaga com seus ritmos que contagiam a todos pela sua batida dançante e energizada, e que vem transpondo gerações com a manutenção do tradicional forró pé de serra", antecipou Renata.

Nas redes sociais, a cantora foi questionada por um fã, o por quê de agora estar cantando forró, já que sempre atuou no cenário mais voltado ao pop/rock. "Sou da terra do forró e acho que toda paraibana sabe cantar forró!", disse. "O forró me dá alegria, me dá energia, e quando adolescente ensaiava para dançar na boate! Então quem não é cantora de forró?", refletiu.

Animada com o show no Maior São João do Mundo, na próxima sexta-feira em Campina Grande, Renata manda recado aos fãs. "Estou chegando com toda energia. Me aguardem!!!"

Fonte: PB Agora

Palavras-chave: Sao Joao 2012, Homenagem

13.06.2012

Sertão do Velho Lua em harmonias orquestrais

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Saudades. A palavra oficialmente conhecida somente nos idiomas galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar". Saudade, foi o que sentiu o público convidado ao assistir a primeira apresentação do Projeto Concertos Sinfônicos Clássicos do Baião - Tributo a Gonzagão, na noite do domingo passado no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, em Mossoró.

O concerto, promovido pelo Sesc/RN em parceria com a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), encantou crianças, adultos e idosos que rememoram clássicos de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, rearranjados numa envolvente sinfonia de cordas, instrumentos de sopro e, por que não, zabumba, triângulo e sanfona? Se estivesse vivo, Luiz Gonzaga completaria, no dia 13 de dezembro deste ano, 100 anos. "É uma justa homenagem que fazemos a maior figura da cultura nordestina no ano do seu centenário de nascimento. Não houve escolha melhor para o projeto", relatou o diretor regional do Sesc/RN, Laumir Barreto.

E quem chamou o público ao espetáculo foi o ator/cantor Caio Padilha, que parecia conversar com Gonzagão através de imagens exibidas em telões, contendo entrevistas que o maior ícone da cultura nordestina concedera no passado. No vídeo, Luiz Gonzaga explicava como um cantor do sertão nordestino se montava: com um gibão, uma sanfona e chapéu de couro. Já na primeira seleção de músicas tocadas pela orquestra sob a regência do maestro André Muniz,  a emoção da platéia era evidente e os músicos foram aplaudidos de pé.

Visivelmente emocionada, a cantora Khrystal foi a primeira a subir ao palco e interpretou o clássico "Baião". Em seguida, o dramático "Assum Preto" ganhou um tom ainda mais melancólico proporcionado pelos instrumentos da orquestra e com uma emocionante performance de Valéria Oliveira. Como uma espécie de coringa, atuando e cantando, Caio Padilha interpretou "Que nem jiló", seguido pelo tímido, mas não menos talentoso, Widger Valle com a canção "Danado de bom".

A esta altura, a orquestra e os cantores já tinham arrebatado a emoção da platéia e Luiz Gonzaga parecia estar ali, a cada novo vídeo projetado.  Nem menina, nem mulher, num vestidinho branco esvoaçante, Camila Masiso embalou o "Xote das Meninas", uma das mais conhecidas do Gonzagão. "Esta música reflete de alguma forma, o momento pelo qual estou passando neste momento. Não que eu só pense em namorar, mas me sinto mais madura, mais mulher", brincou a intérprete.

A noite parecia ter caído com as imagens do luar e do céu estrelado projetadas nos telões. O sanfoneiro Zé Hilton, acompanhado por músicos da Orquestra, tocam "Luar do Sertão" enquanto o público se encarrega de cantarolar a canção.

Em alguns momentos, a cumplicidade da orquestra com as imagens de Luiz Gonzaga era tão intensa que em "Dança Mariquinha", o passado e o presente se uniram numa comunhão complexa e harmoniosa de sons: era como se Luiz Gonzaga chamasse a orquestra para o acompanhar naquela canção. Para o professor Alípio Neto, que ao longo do concerto cantou quase todas as músicas, aquele foi um momento único. "Eu lembrei do meu pai e das músicas que ele cantava para mim e para meus irmãos. Estou muito emocionado", relatou.  Os olhos marejados do professor mossoroense pareciam navegar pelos mares da saudade. No encerramento, todos os cantores se uniram à orquestra e cantaram "Asa Branca", acompanhada em coro pelo público. O concerto foi encerrado com "Vida de Viajante", que em seus versos descreve o que pode ter sido a vida do "Rei do Baião", feita de alegria e saudade.

Fonte: Tribuna do Norte

Palavras-chave: Homenagem, Luiz Gonzaga

12.06.2012

Forró de pai pra filho

O rei do trocadilho, Genival Lacerda, 81, e filho João lacerda se apresentam juntos hoje no Arraiá do Zé Bonitinho. O cantor de Severina Xique-Xique vai homenagear a Luiz Gonzaga

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Antes, bem antes de 'boquinha da garrafa', 'dança da manivela', 'rebolation', 'ai se eu te pego' entre outras 'pérolas' de gosto duvidoso que tomam conta da programação radiofônica e invadem lares sem cerimônia, os trocadilhos musicais enfatizavam o humor e respeitavam a imaginação e a inteligência do ouvinte - que, claro, invariavelmente acabava pensando "naquilo!" O paraibano Genival Lacerda, 81, é um dos pioneiros desse perfil irreverente e legítimo porta-voz de uma época quando a letra e o ritmo eram muito mais importantes que as 'dancinhas' de hoje.

Se você, caro leitor incauto, lembra desses tempos com ar de saudade ou ainda não tinha idade suficiente para acompanhar Genival Lacerda nas paradas de sucesso cantando as impagáveis "Julieta", "Radinho de pilha", "Severina Xique-xique", "Galeguim do Zoi Azu", "O Gato Tico" e "De quem é esse jegue", mas tem vontade de conferir ao vivo o cantor e compositor balançando sua enorme pança para frente e para trás como se estivesse dançando com uma parceira imaginária, então seu destino é o Arraiá do Zé Bonitinho, na Reta Tabajara em Macaíba, onde Genival e o filho João Lacerda fazem show neste sábado às 20h.

Com exatos 61 anos de estrada e quase uma centena de discos lançados, Genival é tido como o artista mais velho do forró em atuação: "Depois de mim só Dominguinhos", disse o forrozeiro por telefone à reportagem do VIVER. "Fico encafifado quando vejo esse povo que começou agora dizendo que já sabe de tudo. Fico só olhando esse pessoal! Eu tenho mais de 60 anos de carreira e continuo aprendendo todo dia", disse com a sapiência de quem dividiu o palco com Luiz Gonzaga, Elino Julião e Jackson do Pandeiro.

Natural de Campina Grande e radicado no Recife, Genival traz para Natal "Luiz Gonzaga no balanço do forró", seu mais recente trabalho, e aproveita a ocasião para apresenta oficialmente a carreira solo do filho João Lacerda, 33, ao público potiguar - João acompanha o pai desde os 11 anos, com quem começou como percussionista e hoje responde pela produção artística de Genival. Ele já contabiliza um DVD e três CDs gravados, está preparando o quarto álbum e hoje em Macaíba divulga "São João Lacerda - volume 1", que circula desde 2010 e conta com participações de Dominguinhos, Reginaldo Rossi e do próprio Genival Lacerda.

CDs tem distribuição gratuita

"Em 'São João Lacerda' faço versões juninas para clássicos como 'Frevo Mulher' (Zé Ramalho) e 'Banho de Cheiro' (sucesso na voz de Elba Ramalho), além de músicas que estão nos CDs anteriores", disse João Lacerda por telefone. Ele informou que, assim como o pai, não está mais preocupado em vender e sim em divulgar sua música: "Não adianta mais brigar contra a pirataria, por isso prefiro distribuir os discos e receber convites para fazer shows. As músicas estão todas disponíveis para baixar pela internet", informou o cantor, que está trabalhando na gravação de mais dois álbuns ainda este ano - um de carreira e outro com vistas ao Carnaval 2013.

"Já fizemos 50 mil cópias deste disco junino, espalhamos por todo o Nordeste, e no show de hoje trouxemos mil cópias para distribuir entre o público presente", adiantou João. "Hoje prefiro cantar, pois direitos autorais não garantem mais nada", verificou Lacerda pai.

O filho de Genival co-produziu o documentário "O rei da munganga" sobre o pai em 2009, com a diretora carioca Carolina Paiva, quando foi registrado a turnê da dupla durante os festejos juninos em Aracaju, Caruaru, Campina Grande e Juazeiro do Norte. O documentário traz depoimentos da saudosa Marinês, Jorge de Altinho, Flávio José, entre outros, e conta detalhes, curiosidades e histórias da carreira de Genival Lacerda.

Fonte: Tribuna do Norte

Palavras-chave: Luiz Gonzaga, Homenagem

07.06.2012

O novo projeto de Maciel Salu estreia domingo

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O rabequeiro, cantor e compositor Maciel Salu estreia domingo, dia 10 de junho, às 21h40, na Praça do Arsenal, o projeto especial em homenagem ao centenario de Gonzagão, o Salu Pop Gonzaga.
Ele diz que aproveitou a universalidade de Luiz Gonzaga para injetar em suas musica outros ritmos, entre outros,  afrobeat nigeriano, reggae e ska jamaicanos.
Estão com Maciel no Salu Pop Gonzaga os músicos: Rodrigo Samico (guitarra e cavaquinho), Rogério Victor (baixo), Emerson Santana (bateria), Zé Mário (percussão), Maestro Ivan do Espírito Santo (sax e flauta, arranjos de metais), Rogério Almeida (trombone), Daniel Marinho (trompete)

Fonte: JC Online

Palavras-chave: Homenagem, Luiz Gonzaga

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